quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Um Vislumbre na Mente de Marcelo Cabral Filho - PARTE III

Seguindo os conselhos de sua irmã, Marcelo procurou viver de maneira mais regrada e disciplinada e voltou a morar com sua ex-mulher.

Na primeira noite foram ao cinema, Léo foi para casa de um amigo e o casal foi fazer amor. Ao amanhecer Suzana acordou Marcelo com beijos. Depois do banho ela voltou para cama e ele foi se barbear.

_ Amor, quero um beijo.

Marcelo caminhou até a cama e começou a beijá-la, ela escutou um barulho na sala, o casal desceu para averiguar. Ao depararem-se com seu filho servindo-se de uma dose de Bacardi, Suzana gritou:

_ Léo, o quê faz com essa garrafa na mão?
_ Mãe, o quê faz com essa espuma de barbear?

FIM

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Noite Anterior

Acordei bêbada e fui vomitar, depois tive que cagar. Passei pela cozinha, peguei uma cerveja e voltei para o quarto. Sentada na cama, fui aos poucos, lembrando da noite anterior.

A NOITE ANTERIOR:

Marcela passou aqui às 21h. Marina já tava no carro, bebiam vodka com energético, sabia que a gente ia pirar.
Chegamos bem cedo na balada, começamos a noite com tequilas. Pedimos outros drinks e começamos a falar sacanagem, e eu comecei a querer fazer sacanagem. Então escutei uma voz, uma voz masculina:
_ Michely?
_ Oi, quem me chamou?_ virei para ver quem era._ Oi, Bob. Nossa, que bom te encontrar!
Abracei ele, cumprimentei seus amigos e juntamos nossas mesas. Bob tava com uma patricinha ruiva, linda e gostosa chamada Gabi. Ambos acelerados. Eu queria dar a minha buceta.

QUATRO HORAS DEPOIS:

_ Bob, vamo pra outro lugar?
_ Aham.
Me despedi das minhas amigas e fui com Bob e Gabi pra casa dele.
_ Garotas, temos que ser rápidos, minha mulher vai chegar daqui a pouco!
Tiramos nossa roupas, chupei o pau dele, enquanto Gabi chupava seu cu. Bob deu um risco e Gabi também. Ele começou a me comer, enquanto metia, Gabi esfregava a buceta na minha cara.
Bob não conseguia gozar e nem eu, fiquei cansada e pedi pra parar, ele ficou agressivo, mas no fim bateu uma e gozou nas minhas tetas. Fumei um baseadinho e voltei pra casa.
FIM

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A Irmã

Marcelo acordou com uma tremenda ressaca. Nu, sozinho, mal. Ele sentou na cama e começou a chorar. Chorava por não se sentir um bom filho, um bom pai, enfim, um bom homem. Desprezado pelos pais, humilhado pela ex-mulher, envergonhado pelo filho e abandonado pela namorada, é parceiro, Marcelo acordou na maior bad.

Ele caminhou vagarosamente para a sala e encontrou seu filho dormindo no sofá novamente. Do lado do garoto tinha umas batatas fritas. Ele acordou o menino.

_ Que foi, pai?
_ Que horas você passou na lanchonete?
_ Não passei, a tia Carla que trouxe essas fritas.
_ Quando ela esteve aqui?
- Ainda está aqui, tá na sua academia, fazendo esteira.

Marcelo caminhou até a academia e encontrou sua irmã, Carla Muenz.

Carla Cabral tem 32 anos, é psicóloga e foi casada com o empresário Hugo Muenz. Divorciou-se há cinco anos, mas continua usando o nome do marido como seu nome profissional.

_ Mano, que bom te ver.
- Queria poder dizer o mesmo.
_ O que houve, está triste?
_ A Denise terminou comigo.
_ Quem é Denise?
_ Minha namorada...
- Que namorada?
_ Ah, esquece. Que bons ventos a trazem aqui, mana?
_ Tô saindo com um cara, queria que você conhecesse ele.
_ Ah não, Carla. Acabei de levar um pé da minha garota, não tô com cabeça pra conhecer novos namorados da minha irmã!
- Marcelo, não seja egoísta, já combinei um jantar de fim de ano com nossos pais e ficaria muito feliz que você e o Léo fossem passar conosco. Há quantos anos tu não passa o Reveillon com a tua família?
_ Eu sei lá.
_ Então, vem passar o ano nvo com a gente, tenho certeza que você vai adorar o André.
_ André de quê?
- Haffer.
_ Alemão?
_ Aham.
_ Saco!

Marcelo prometeu à sua irmã que pensaria no assunto, livrou-se dela e voltou a dormir. Antes de ir embora, Carla deu-lhe um conselho:

- Sei que você tem uma vida desregrada, torra toda sua grana com bebidas e prostitutas, isso quando não parte pras drogas. Quem sabe se você tentasse ser uma pessoa melhor, Denise ainda estaria com você, ou até mesmo a Suzana.
- Ou as duas...
_ Não, mano, uma ou outra.
_ Não vou acatar conselho da minha irmã caçula. Tchau.

FIM

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Um Vislumbre na Mente de Marcelo Cabral Filho-PARTE II

Marcelo acordou com vermelhidão genital, mas não deu muita importância, na manhã seguinte sentia coceira e ardência ao urinar. Ele foi ao urologista, que lhe receitou comprimidos e uma pomada.

À noite, ele recebeu um telefonema de Denise, lhe convidando para uma confraternização de fim de ano da faculdade. Ele aceitou o convite, mas para não levantar suspeitas da namorada, aplicou uma quantia exagerada de pomada no local infectado. Durante toda a festa Marcelo sentiu uma forte coceira e sensação de queimação nas virilhas. Quando ele foi pra cama com Denise ela estranhou as bolhas e a vermelhidão genital e perguntou:

_ Que isso, amor?
_ Nada não.
_ Como assim? tá vermelho e tem bolhas.
_ Ah, é só uma alergia.
_ E como você pegou essa alergia?
_ Lembra que semana passada eu tive que ir a São Paulo resolver umas coisas?
_ Lembro.
_ Então, devo ter pego isso no lençol do hotel.

Denise não se convenceu.

_ Minha mãe disse pra desconfiar de você.
_ Por quê?
_ Ela sabe que você ainda era casado quando começamos a sair.
_ Hum.
_ E até a Suzana falou pra eu ficar alerta.
_ Ah, é?
_ Aham.
_ Bobagem.
_ Em todo caso, enquanto você não curar essa alergia aí, não dormiremos juntos.

No sábado à noite, Marcelo e Denise foram jantar no Macarronada Italiana da Beira Mar. Após a janta, o casal se levantou e caminhou para o caixa. A moça que cobrava era uma bela loira de olhos verdes, chamada Ju.

_ Boa noite, são trinta e nove com...Marcelo?!
_ Oi.
_ Por que não ligou?
_ Como é?
_ Com licença, moça. Você conhece meu namorado?_ perguntou Denise.
_ Se conheço, já tive que tomar muitas pílulas por causa dele.
_ Há quanto tempo se conhecem?
_ Uns três anos.
_ Quando estiveram juntos pela última vez?
_ Duas semanas.
_ Bom saber.

Denise saiu indignada do restaurante. Marcelo pagou e correu atrás dela.

_ Espera, espera!
_ Esperar o quê? seu safado!
_ Saí com ela algumas vezes, mas ela não significa nada, gosto de você!
_ Tentaram me alertar várias vezes, mas eu não quis enxergar. Não me ligue, nem me procure, me esquece!!
_ E quanto às festas de fim de ano?
_ Você tem filho, tem amigos e as suas amantes, se vira!

FIM

sábado, 24 de dezembro de 2011

Só pra dar uma descontraída

Entrei no puteiro com o Henrique, aí veio uma putona bem gostosa, sentou no meu colo e pediu um drink. Olhei bem pra ela e falei:

_ Cara quadrada, furo no queixo, tu é travesti, né? Sai daqui, sai! Te arranca!

FIM

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Conhecendo os pais dela

Léo bateu à porta do quarto de Marcelo.

_ Telefone, pai.
_ Cai fora!
_ É a Denise.

Marcelo estava nu na cama, com duas garotas, Aninha e Duda.

_ Com licença, meninas, mas eu preciso atender.
_ Achei que você não se relacionava mais com sua ex._ disse Duda.
_ Não relaciono, mas essa é a atual.

Marcelo abriu a porta e atendeu o telefone:

_ Oi, querida, o que houve?
_ Tô indo jantar com meus pais e pensei em te convidar.
_ Minha linda, bem que eu queria, mas não posso, tenho um trabalho pra terminar.
_ Amorzinho, a gente namora há nove anos, se você nunca for conhecer minha família, eles vão começar a achar que meu namorado é imaginário.
_ Entendo. Mas não tenho ninguém pra cuidar do Léo.
_ Traz ele junto.
_ Seus pais não iriam gostar disso.
_ Por que não?
_ Bom, ele é a única coisa que me sobrou do casamento.
_ Pára de ser bobo, manda o Léo se arrumar, que eu tõ passando aí daqui a meia hora.
_ Meia hora, ok.

Marcelo desligou e pediu para as garotas irem tomar um banho de piscina.

_ Mas nós não trouxemos biquini._ respondeu Aninha.
_ Podem ir de lingerie.
_ Marcelo, você esqueceu que não usamos lingerie?
_ Então mergulhem como vieram ao mundo.

Elas dirigiram-se à piscina e ficaram lá, mergulhando e bebendo.

_ Léo vai tomar barro e te arrumar que a Denise tá passando aqui pra nos levar pra conhecer os pais dela.

O menino obedeceu, Marcelo também tomou um banho e quando ele estava se barbeando Denise chegou.

_ Filho, vai fazer sala pra Denise enquanto termino de me arrumar, e não deixa ela chegar perto da piscina.
_ Como é que se faz sala?
_ Fica na sala com ela, oferece um drink.
_ Tá.

Léo foi pra sala e recebeu Denise.

_ Quer beber alguma coisa?
_ Um Martini, por favor.
_ Pode se servir. É que o pai não deixa eu chegar perto da bebida, não depois da festinha que eu fiz esses dias.

Antes de ir para sala, Marcelo foi falar com as garotas que estavam na piscina:

_ Divirtam-se e fiquem à vontade, se o telefone tocar ignorem.

Ele encaminhou-se para a porta da sala com Léo e Denise, quando ela e o menino saíram, Marcelo disse:

_ Vão indo pro carro, que já vou, é que esqueci de fazer uma coisinha.

Ele entrou e tirou o telefone do gancho. "Pra garantir."

Quando Denise chegou com seus convidados na casa dos seus pais, sua mãe Raquel foi quem os recebeu.

_ Oi, filha, como você está?
_ Muito bem, mãe. Estes são Marcelo e o filho dele, Leonardo.
_ Hum, até que enfim eu conheci o famoso Marcelo Cabral Filho!

Raquel é uma senhora de quase cinquenta anos, morena, baixinha e magra, do tipo que pode ter sido gostosa quando jovem.

_ Milton, os meninos chegaram!
_ Já vou, só tô terminando de limpar as hemorroidas!
_ Milton! Tenha modos!

Ao sentarem-se à mesa, Raquel faz algumas perguntas a Marcelo, para ver se as respostas estariam de acordo com o que sua filha já havia falado à respeito de seu namorado:

_ Então, Marcelo, o que você faz?
_ Trabalho com publicidade.

A coroa lançou-lhe um olhar blasè.

_ Ele trabalha em comerciais._ respondeu Denise.

A expressão da velha foi de completo desânimo e incompreensão.

_ E você, Leonardo Cabral, o que gosta de fazer, além de estudar?
_ Eu não gosto de estudar, na verdade só vou pro colégio pra ver meus amigos. Eu gosto é de videogame, filme, TV a cabo e...
_ Não precisa completar, filho.

FIM

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Perdidos no Shopping

_ Pai, me leva no shopping?
_ Claro, quê cê vai fazer, jogar fliperama?
_ Não, vou ver filme.
_ Qual filme?
_ Missão Impossível.
_ Legal! Vou ver também!
_ Não!!!
_ Não o quê?
_ É que eu vou encontrar uma garota.
_ Ótimo! Vou com vocês.
_ Tu não tá entendendo. Eu vou ficar com essa garota.
_ Excelente!
_ Se liga, pai, se tu for no cinema com a gente ela vai ficar toda tímida e aí não vai rolar.
_ Tolo! Claro que ela vai ficar contigo, se tá combinado, ela vai, é sinal que vocês vão ficar, com toda certeza! Não se preocupa comigo,eu sento na fila de trás, não precisa nem me apresentar à ela se não quiser, e prometo que vou ser bem discreto.
_ Pai, eu já te vi sendo muita coisa, mas nunca discreto.
_ Quer saber, nem faço questão de ver esse filme no cinema, pode ir, só você e essa garota.

Léo sorriu, aliviado.

_ Tem dinheiro pro ônibus? Acho que eu tenho uns trocados pra te dar.

A caminho para o shopping, Léo guardou o seu tablet no porta-luvas e fez uma pergunta ao seu pai:

_ Quanto custa uma prostituta?
_ Depende...quê, mas que história é esse, moleque?!
_ Curiosidade.
_ Mas que espécie de curiosidade é essa? Na tua idade eu tinha curiosidade de saber como faziam o skate do McFly flutuar e essas coisas, além do mais, o que te faz pensar que eu entendo de prostitutas?
_ Eu vejo e escuto o tipo de mulheres que vão na tua casa, segundo os filme da sua própria coleção elas só podem ser prostitutas.
_ Perspicaz. O preço de uma garota de programa varia de acordo com a duração do programa, mas você ainda não tem idade pra procurar esse tipo de entretenimento, tem que pensar em estudar, jogar o seu Xbox, assistir bons filmes, namorar essa garota com quem iremos ao cinema hoje, essas coisas. Prostitutas são pra fracassados. Não me refiro a perdedores completos, mas aos homens que num momento de carência e talvez fraqueza, desperdiçam um pouco do seu sofrido salário com esse tipo de profissionais.
_ Uhum. O que é perspicaz?

Ao chegarem ao shopping, Marcelo estacionou o carro e eles foram seguindo em direção ao cinema. No trajeto, Marcelo avistou uma segurança gostosa, ela era loira e parecia ter peitões, ele não podia ter certeza, por causa do uniforme dela, mas estava disposto a descobrir.

_ Menino, que horas é o filme?
_ Daqui a meia hora. Por quê?
_ Se esconde no banheiro e fica esperando por mim.
_ Como assim, pai?
_ Faz o que eu tô dizendo.

Léo obedeceu. Em seguida, Marcelo caminhou em direção à segurança.

_ Moça, pode me ajudar, por favor?
_ Pois não, senhor?
_ Meu filho sumiu, fui ao banheiro e me perdi dele, pode me ajudar à encontrá-lo?
_ Mas é claro. Onde o senhor viu pela última vez?
_ Humm, na praça de alimentação, numa mesinha em frente ao Bob's, estávamos lanchando, então avisei a ele que iria ao banheiro, me levantei e fui, quando voltei pra mesa ele não estava mais lá.
_ Certo. Como o senhor se chama?
_ Marcelo.
_ Ok, seu Marcelo...
_ Só Marcelo.
_ Certo, Marcelo. Há quantos minutos o senhor deu pela falta do seu filho?
_ Ah, comecei a procurá-lo assim que ele sumiu, então diria uns três , quatro minutos.
_ Por onde já o procurou?
_ Lojas de brinquedos e CDs.
_ Talvez ele tenha terminado de comer e ido atrás de você no banheiro.
_ Pode ser.

Marcelo e a segurança caminharam até o banheiro e encontraram Léo.

_ Aí, está você! Filho, te mandei esperar na mesa._ disse Marcelo abraçando seu filho.
_ Achou seu filho?
_ Sim. Muito obrigado pela ajuda, viu moça. Qual seu nome?
_ Bárbara.
_ Muito obrigado, Bárbara. Como poderia retribuir?
_ Não precisa retribuir, Marcelo. Só fiz o meu trabalho.
_ Ah, eu preciso._ ele responde pegando nas mãos dela.
_ Meu expediente termina daqui a dez minutos. O que vocês vão fazer?
_ Iremos ao cinema._ respondeu Marcelo.
_ Ok.

No cinema, Léo ficou puto, pois não conseguiu ficar com a garota, e mais puto ainda por seu pai estar agarrando-se com Bárbara no assento de trás.

FIM